terça-feira, 30 de março de 2004

From: ANDEL
Sent: Tuesday, March 30, 2004 4:17 PM
Subject: [Portugueses-pela-Galiza-lusofona] Apresentación de A Última Morte do Coronel Santiago de Luís Cardoso en Andel

Aprácese en solicitar a súa asistencia

ao lanzamento da última novela:

A Última Morte do Coronel Santiago

de
Luís Cardoso,

Luís Cardoso, nasceu em Cailaco, uma vila do interior de Timor. Estudou nos colégios missionários de Soibada, Fuiloro e Seminário de Dare. Quando se deu a revolução de 25 de Abril de 1974, frequentava o liceu Dr. Francisco Machado, em Dili, vindo posteriormente a prosseguir os seus estudos em
Portugal. Formou-se em Silvicultura pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa, onde tomou conhecimento das obras científicas e poéticas de Ruy Cinatti, que o ajudaram a fazer a viagem de regresso ao mundo físico e natural de Timor. Desempenhou as funções de representante em Lisboa do Conselho Nacional da Resistência Maubere, entre outras actividades como as de contador de histórias timorenses, cronista do jornal Forum Estudante e professor de Tetum e Língua Portuguesa nos cursos de formação especial para os timorenses residentes em Lisboa.
É autor de Crónica de Uma Travessia (1997) - Prémio Fernando Silvan da Sociedade de Língua Portuguesa (1998), romance que já foi traduzido para inglês, francês, sueco, italiano e alemão e de Olhos de Coruja, Olhos de Gato Bravo (2002). A Última Morte do Coronel Santiago é o seu mais recente romance.
                 
      "Quando soube que querias voltar do outro lado do mar tive de inventar as mil e uma maneiras para te trazer de volta. Precisava de te ver porque foste o único que sabia o que se passou ali naquela noite. Todas as mulheres que foram aparecendo na tua vida tinham uma única missão de trazer-te aqui, nesta noite em que nos encontrámos para a última ceia. Desta vez caíste no meu enredo. A ama Prudência cumpriu fielmente o que eu lhe disse para fazer. Li o teu livro antes de o teres publicado. Se eu tivesse escrito um romance teria dado o mesmo destino. Não te assuste com o que vou dizer. Provavelmente vamos ter o mesmo fim. Pertencemos ao irremediável passado. Amanhã não haverá casamento. Ambos sabemos que Beatriz vai sofrer muito com isso mas terá uma vida inteira para se recompor. Sem uma herança do passado que não as suas próprias escolhas."
       


O acto estará presentado por
Sílvia Capom
(do Departamento de Português da Escola Oficial Idiomas de Vigo)


Quinta feira (venres), 2 de abril, ás 20,30 horas, en Andel,

Rúa Pintor Lugrís, 10, Vigo.


--------------------------------------------------------------------------------

Andel do libro galego e portugês
Tel. (+34) 986 239 000 - Fax: (+34) 986 902 588
Rúa Pintor Lugrís, 10 - 36211
Vigo  Galiza (Spain)

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



portugueses pela galiza lusofona
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terça-feira, 16 de março de 2004

Sent: Wednesday, February 25, 2004 7:30 PM
Subject: Alerta Pedidos de Sangue na NET

 Atenção! Recebi este alerta da Directora do Serviço de Imunohematologia do Hospital São Teotónio de Viseu... que vos passo.
 
 
 
Assunto: OS PEDIDOS DE SANGUE NA NET SAO TODOS FALSOS
 
Como sabem estou sempre a dizer-vos que os pedidos são inadequados aqui tem
a resposta do director do Instituto Português Sangue
 
 
 Email enviado pelo Instituto Português do Sangue, em resposta a uma questâo
 levantada acerca de um mail com pedido de sangue urgente para um bebé!!
 
 """"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""
 
 Senhora D. Cecília Carmo,
 
       A Senhora é mais uma das pessoas de boa-fé que está a ser enganada  por "gente" sem escrúpulos e que brincam com coisas muito sérias. Lançam na rede dos e-mails um pedido FALSO, feito ao jeito de"cortar-o-coraçâo-do-menos-sensível", provavelmente para se deliciarem com a rápida "bola-de-neve" que um apelo destes origina e o envolvimento de tanta gente a querer acudir por natural solidariedade humana.
      Todos os e-mails a pedir sangue sâo FALSOS; sâo produzidos e libertados em anonimato, dando referências FALSAS (por ex.: telemóveis com números nâo atribuídos ou inactivos, direcçôes que nâo existem, nomes falsos, doentes que nunca existiram, em hospitais que nunca os tiveram. etc.).
 
      E este, neste caso, nâo tem referências: nome? Família? Hospital? O número de telefone, ali indicado, está inactivo. Trata-se deste caso como?
 
UMA PRAGA...!!! UMA BRINCADEIRA DE MUITO MAU GOSTO...!!!
 
      O Instituto Português do Sangue tem toda a responsabilidade de conseguir os componentes sanguíneos para os doentes e traumatizados, que daqueles precisam. E tem reservas de sangue para isso. E quando as não tem, tem mecanismos de encontrar e alcançar esse sangue na Rede Nacional de Transfusão de Sangue. Não se pede sangue à toa por e-mail. Temos, felizmente, organização nacional bastante para suprirmos dificuldades momentâneas.
 
       De resto o grupo de sangue B Rh-, nem é tâo difícil, assim, de conseguir e um bébé só consome pequenas quantidades, de cada vez, de uma unidade de sangue dada por um dador, em função do seu próprio tamanho.
 
       Desculpe a extensão deste texto e peço a V. Exa. que, dentro do que lhe for possível, contrarie e informe os incautos, que caem de bom coração nestas iniciativas.
 
       Com os melhores cumprimentos,
 
José d'Almeida Gonçalves,
 
Director do Instituto Português do Sangue
 



sábado, 24 de janeiro de 2004

Com quase 150 milhões de dólares

Portugal é o segundo maior doador de Timor-Leste


Lusa

Portugal é o segundo maior doador de Timor-Leste, depois da Austrália, tendo canalizado para o país, directamente ou através de instituições multilaterais, quase 150 milhões de dólares, segundo dados obtidos pela Lusa.

Dados preparados para a reunião de parceiros de desenvolvimento de Timor-Leste e hoje obtidos pela Lusa apontam um volume total de apoio internacional ao mais jovem país do mundo de mais mil milhões de dólares.

Os documentos confirmam que o apoio total português ascende a 149,5 milhões de dólares, atrás da Austrália que injectou já mais de 160 milhões de dólares em Timor-Leste.

Ainda assim, a lista - que inclui dados fornecidos pelos próprios países ou agências - não parece ser exaustiva, dado que, por exemplo, não surgem contabilizados os vários pacotes de assistência dados pela Assembleia da República, que já tem presença assegurada em Timor-Leste desde Janeiro 2001.

A União Europeia, com 142,5 milhões, o Japão (135,9 milhões) e os Estados Unidos (108,8 milhões) são os restantes grandes doadores do país, dominando uma lista de 40 países e agências internacionais que já apoiaram Timor-Leste. A lista confirma que o apoio do Brasil ultrapassou já os três milhões de dólares.

No que toca ao apoio de Portugal, a base de dados preparada para a reunião que decorre até sexta-feira confirma que a assistência abrange um conjunto variado de sectores, sendo que o apoio ao Governo e à sociedade civil representa a maior fatia: mais de 53 milhões de dólares.

Dessa fatia, mais de 33 milhões de dólares (cerca de 22 por cento) são identificados como despesas com missões humanitárias e de paz gastas entre Janeiro e Dezembro de 2002 e da responsabilidade da Agência Portuguesa de Apoio ao Desenvolvimento.

Adicionam-se a estes montantes o apoio de 50 milhões de dólares ao Fundo Fiduciário gerido pelo Banco Mundial e os cerca de 12,5 milhões canalizados para o sector educativo. DR

O apoio ao Governo e à sociedade civil representa a maior fatia: mais de 53 milhões de dólares.



domingo, 11 de janeiro de 2004

De: "Manuel Alonso"
Data: Dom Jan 11, 2004 11:16 am
Assunto: Freira Sem Hábito e Sem Convento

Freira Sem Hábito e Sem Convento


Por A.G./A.M.
Domingo, 11 de Janeiro de 2004
http://jornal.publico.pt/2004/01/11/Sociedade/S10CX01.html

Fundadora de um movimento religioso cujos seguidores, homens e mulheres, não usam hábitos e rejeitam as paredes fechadas dos conventos, Maria de Lourdes Martins da Cruz (Mana Lu para os timorenses) saiu esta semana de Portugal com mais uma preocupação: a dos jovens bolseiros que aqui vivem frustrados e sem apoios.
Mana Lu, 41 anos, terminou a quarta classe em 1975, tinha 11 anos. Viveu na montanha, com a guerrilha e algumas freiras. Foi estudar catequese para a Indonésia. Andou "à bulha" com colegas e madres que não compreendiam a luta dos timorenses. Regressou a Díli cinco anos depois, licenciada com uma tese sobre teologia da libertação, para cuja redacção se correspondeu com o
brasileiro Leonardo Boff.
Apesar da desconfiança dos padres lança-se na prossecução do seu ideal e funda um movimento religioso cujos seguidores vivem no meio do povo "pobre e analfabeto" nas aldeias mais recônditas.
Reconhecido pelo bispo Ximenes Belo, o Instituto Secular Maun-Alin Iha Kristu [Irmãos e Irmãs em Cristo] tem hoje 25 membros - homens e mulheres - que fizeram votos de pobreza, castidade e obediência. Trinta colaboradores, timorenses e estrangeiros (entre eles o historiador José Mattoso), prestam-lhes apoio dando aulas na formação dos candidatos (psicologia, história, nutrição, carpintaria) ou dando consultas nas duas clínicas que o Instituto mantém em Díli.
Para se ser membro do instituto é necessário ter estudos secundários e fazer três anos e meio de formação, alternando semestres de teoria e prática: "A teoria dada não é fora da realidade da pobreza, mas baseada na situação concreta do povo", enfrentando problemas como a malária, a tuberculose, doenças de crianças, ou as mães que não sabem cuidar dos filhos. Disciplinas
de nutrição, psicologia, educação de crianças fazem parte do itinerário, com a ajuda de livros e vários voluntários - timorenses e estrangeiros, entre os quais portugueses, nem todos católicos.
"Uns dão dinheiro, outros passam lá as férias. São carpinteiros, professores, médicos." Se alguém quer ajudar, basta aparecer e "sentir a obra com o coração", ou escrever [Maria de Lourdes M. Cruz - Caixa Postal 106 - Díli - Timor-Leste] ou enviar dinheiro [conta nº 17935410001, do Banco Nacional Ultramarino].
Mana Lu colocou-se sempre do lado da independência mas não hesitou em estabelecer relações com os comandos militares indonésios. Muitos deles, jovens, nada sabiam da história de Timor. Além de que, diz, "as pessoas não são más para toda a vida".
Um dos exemplos dessa atitude aconteceu após o massacre de Liquiçá, em 1999, meses antes do referendo sobre a autodeterminação. Mana Lu estava em Java, viu as imagens na televisão. Regressou a Díli, falou com a esposa do general indonésio e com Eurico Guterres, líder das milícias. "Expliquei-lhes que me sentia chamada para estar junto dos que sofrem e eu queria estar ao lado
deles como uma irmã."
Foi para Liquiçá, onde encontrou o administrador, que conhecia do coro da igreja, mas tinha sido rejeitado pelo povo. "Disse-lhe: 'Irmão, tenho pena, o demónio está a conquistar todo este território. Deus chamou-me a trabalhar pelo povo. Quero organizar um grupo de reflexão com a autoridade civil e militar. Será que é possível?' Ele disse que sim. Eu trouxe a Bíblia, escolhi textos que tinham a ver com a situação e pus as pessoas a pensar naquelas questões."
Depois, foi o administrador que pediu para fazer o mesmo com os cristãos, na igreja. "A primeira semana foi a semana de chorar. Eu não falei muito, disse aos cristãos: 'Deus está triste com o que se passou. Descansem um pouco aqui na igreja, falem do vosso sofrimento com Deus. A nossa vida está nas mãos de Deus, não está nas mãos dos militares. Ter medo é ficar só à espera da
morte. Temos que ter coragem, porque Deus está connosco.' E depois rezámos para que Deus nos desse coragem para regressar à nossa terra."
A forma como as ONG se comportaram em Timor-Leste, após a saída da Indonésia, suscita-lhe violentas críticas. Acha que a mentalidade dos timorenses ficou corrompida pelo dinheiro: "Timor recebeu milhares e milhares e disso não tirou proveito nenhum", acusa.
O seu Instituto não cairá nessa tentação. Por isso não quer meter-se muito "nessa coisa do dinheiro". O dinheiro para subsistir, a comida para se alimentar, chegam-lhe ainda hoje muitas vezes do pai, um agricultor de café. Aos apoiantes, que os há, previne desde logo: não haverá relatórios com fotografias das obras feitas e do auxílio prestado. "O processo educativo é lento, sai do coração."
O Instituto, como notou um dia José Mattoso, não concebe projectos a curto nem a longo prazo, não tem planos pré-determinados nem se apresenta como capaz de resolver os problemas sociais do país. Pretende tão só mobilizar vontades e recursos locais em ordem à resolução dos problemas comuns. Tentando dessa forma dar resposta "a um apelo de misericórdia para com o
imenso sofrimento dos mais desprotegidos e daqueles que se sentem abandonados pelos detentores do poder institucional".

Grupo Ajudar Timor

quarta-feira, 24 de dezembro de 2003



NATAL DIAK, TINAN FOUN KMANEK


segunda-feira, 15 de dezembro de 2003

An appeal from Noam Chomsky


December 2003

Dear Friends of East Timor,

East Timor has been independent for a little more than a year and a half. Many foreign policy experts and Washington insiders predicted that Indonesia would never let go of the former Portuguese colony. Yet the impossible happened?in no small part due to the support of eople like you, working in conjunction with the East Timor Action Network (ETAN). But now ETAN is in dire financial straits.

I have been deeply involved with self-determination for East Timor since before Indonesia's 1975 invasion, and I can attest to the tremendous - maybe even decisive - difference that ETAN's wonderful work has made. However, ETAN's ability to continue to work at the level needed is in serious jeopardy due to a shortage of funds. By giving generously, you can help strengthen ETAN financially for the coming year, so together we can meet the many challenges ahead.

Even with independence, the world's newest country - and Asia's poorest - faces daunting challenges. Its two giant neighbors, Indonesia and Australia, continue to threaten East Timor's peace and, indeed, its full sovereignty. Anti-independence paramilitary groups across the border in Indonesian West Timor pose an increasing security threat as the United Nations prepares to end its mission next May. Meanwhile, Australia is openly stealing billions of dollars worth of East Timor's revenue from Timor Sea oil and natural gas. Australia is flagrantly violating international law and has even withdrawn from international mechanisms to resolve the maritime boundary dispute - leaving East Timor with no legal recourse.

The global powers-that-be continue to deny East Timor justice for the myriad war crimes and crimes against humanity committed against its people from 1975 to 1999. At the same time, the Bush administration, in the name of the "war on terrorism," is committed to full relations with Indonesia's brutal military establishment, as the military daily terrorizes the people of Aceh, Papua and elsewhere.

Meanwhile, East Timor is still trying to reconstruct in the aftermath of 24 years of Indonesian military terror and dispossession, endeavoring to build a society that meets its citizens' basic needs. It is doing so in the face of a world order unfriendly to independent and alternative forms of political-economic organization. International financial institutions (IFIs) such as the International Monetary Fund are intimately involved in nearly every facet of life in East Timor. The East Timorese government is under real pressure to borrow money from IFIs and thus fall into debt, as it faces a predicted $126 million budgetary shortfall from 2005 to 2007.

Your support can help ETAN meet these and other challenges. ETAN's track record shows that it is up to the task. Recently, ETAN beat back the Bush administration's latest effort to restore military training for Indonesia. Congress reinstated restrictions on IMET, just weeks after President Bush publicly predicted Congress would drop them. In November, the Indonesian government and military extended martial law in Aceh, where extrajudicial execution, rape, torture, and disappearance are rampant. While world governments remained quiet, ETAN worked to achieve a Congressional resolution calling for a ceasefire, an end to human rights violations, and a return to negotiations with significant involvement from Acehnese civil society and the international community.

ETAN showed the government of Australia that the world was watching as talks began on a permanent maritime boundary with East Timor. A letter coordinated by ETAN and signed by more than 100 organizations from 19 countries worldwide received widespread press coverage and put Australia's Prime Minister on notice that what is "at stake in these negotiations are East Timor's rights as an independent nation to establish national boundaries and to benefit from its own resources." Without public pressure, Australia profits by waiting out the exhaustion of the resources, taking up to $30 billion in revenue that belongs to East Timor. That revenue can help East Timor become independent of foreign donors and escape from dire poverty. We need ETAN to help generate that pressure.

These examples show how ETAN's work is now more complicated and multifaceted - and no less vital - than during the Indonesian occupation. Yet, because East Timor has fallen off the radar screen of many activists, foundations, and policymakers, ETAN has far fewer financial resources than it needs. In fact, its very effectiveness is threatened. Despite having significantly cut costs over the last few years, ETAN has only enough resources to keep its staff for another four months at most.

You can change this. With your critical assistance, ETAN can continue its work supporting East Timorese efforts to ensure accountability for Indonesia's crimes as well as for the complicity of Jakarta's partners-in-crime, such as the U.S. government. ETAN has led the effort to prevent a strengthening of U.S.-Indonesia military ties, a struggle that has resulted in significant victories of late and must continue to do so. Despite these wins, we cannot rest. The Bush administration and its Pentagon allies have already renewed their efforts to normalize ties with Indonesia's brutal military establishment.

Our sisters and brothers in East Timor repeatedly underscore the tremendous importance of ETAN's continued solidarity work in the U.S. now that their country is free.

That is why I am writing to you. More than ever, ETAN needs your support to survive and grow to address these challenges. ETAN's accomplishments speak for themselves, as does the organization's modest budget. ETAN has truly done very much with very little

Since its founding in 1991, ETAN has made sure that U.S. policymakers cannot ignore the human rights of the East Timorese and Indonesian people. With your support, it will continue to do so in 2004. Such work has implications far beyond East Timor and Indonesia. By working to change the way in which the U.S. government conducts foreign policy, ETAN contributes to wider change.

From the ongoing U.S. war in Iraq to the Indonesian military campaign in Aceh, the current state of the world is hardly bright. Nevertheless, ETAN remains an important example of what a dedicated group of activists can do to improve our world and to move our country in a more sane direction. Your financial support is needed to continue their work. During this holiday season, please think about ETAN and make as generous a donation as possible.

Thank you for you support.

Sincerely,

Noam Chomsky

sábado, 13 de dezembro de 2003

Overflow


Só para avisar que o espaço de alojamento do sítio, disponível no Sapo (20 Mb), esgotou. Isto apesar de já existir material alojado em outros endereços; destes, o mesmo Sapo fez o favor de apagar todos os que não tinham página de "index"; por isso, é natural que algumas matérias mais antigas, tanto do sítio como deste blog, apareçam agora sem imagens.
O que se segue? Bem, é possível ir apagando alguns ficheiros redundantes, ultrapassados ou desnecessários, por forma a ganhar espaço. Mas, para fazer isso, é necessário (muito) tempo e (alguma) paciência. O facto é que, a partir deste momento, e depois de ser actualizado o ficheiro de correspondência mais recente, não será possível introduzir novos conteúdos ou aumentar os existentes. É a paralisação técnica, à qual sou, evidentemente, alheio.
Fica a nota, substituindo uma possível Newsletter; para estas também, de resto, deixou de haver espaço. Já agora, devo referir que, e isto é curioso, continuam a chegar algumas inscrições de pessoas interessadas em receber essa Newsletter supostamente periódica. Bem sei que a a caixa de inscrição lá continua, na página principal do sítio; mas também, como referi na última destas, não vão aparecendo motivos suficientes que justifiquem a sua continuação em termos regulares.

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